terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O guardião do cemitério
sábado, 13 de dezembro de 2008
O Exorcista - Versão do Diretora tayla e thais
| O Exorcista - Versão do Diretor |
Celso Sabadin
Vinte e oito anos após sua estréia, volta às telas dos cinemas um dos filmes de terror mais polêmicos e comentados de todos os tempos: O Exorcista. Nesta nova montagem, batizada de “versão do diretor” não há na realidade novidades muito expressivas, mas não é isso que importa neste relançamento. O que conta mesmo é o prazer de apreciar - em toda a magnitude da tela grande e do som remasterizado - este clássico do horror que muita gente não teve a oportunidade de ver no escurinho do cinema.
O diretor William Friedkin, na época, fez verdadeiras loucuras para conseguir imprimir à sua obra todo o clima de tensão, suspense e pânico que o livro original de William Peter Blatty pedia. Ele disparava tiros com um revólver 38 para assustar o elenco, não hesitava em submeter seus atores a cruéis esforços físicos para obter o efeito desejado (a então garota Linda Blair, por exemplo, quase teve suas vértebras deslocadas na cena em que ela é sacudida na cama) e chegou até a esbofetear um ator coadjuvante para que ele ficasse trêmulo numa cena de morte. O set que servia de quarto para a garota possuída era refrigerado por quatro grandes aparelhos de ar-condicionado, para que as filmagens transcorressem numa temperatura abaixo de zero e, assim, ficasse visível a respiração gelada dos atores.
Após quase três décadas, percebe-se que todas estas excentricidades de Friedkin valeram a pena: O Exorcista continua assustador. Assim como em outro clássico do gênero – Os Pássaros –, O Exorcista também é eminentemente um filme de clima, onde não há propriamente uma grande história a ser contada. Tudo gira em torno do pavor crescente provocado por um demônio que incorpora numa menina de 12 anos. Não espere maiores explicações, muito menos segredos reveladores no final. Prepare-se apenas para sentir medo.
Ficaram clássicas as cenas do vômito e, principalmente, a da masturbação com um crucifixo (“nunca pensei que eles permitiriam a exibição de uma cena como esta”, revelou William Peter Blatty numa entrevista recente). Mesmo com alguns efeitos especiais que hoje parecem infantis (o pescoço virando 360 graus sobre o tronco por exemplo), o filme ainda tem força e vigor. As novas gerações talvez estranhem a ausência das fórmulas consagradas em Pânico ou Halloween, mas O Exorcista continua valendo o preço do ingresso.
Só para você se arrepiar um pouquinho mais enquanto assiste ao filme, fique sabendo que durante o período de sua produção, nada menos que nove pessoas direta ou indiretamente relacionadas à filmagem acabaram morrendo...
1º de março de 2001
____________________________________________
Celso Sabadin é jornalista especializado em cinema desde 1980. Atualmente é crítico de cinema da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão e do Canal 21. Às sextas-feiras é colunista do Cineclick. celsosabadin@cineclick.com.br
O menino Romaozinho
Era um menino filho de lavrador, e já nasceu vadio e malcriado. Adorava maltratar os animais e destruir plantas, sua maldade já era aparente.
Um dia, sua mãe mandou-o levar o almoço do pai que estava num roçado trabalhando. Ele foi, de má vontade é claro.
No meio do caminho, comeu a galinha inteira, juntou os ossos, e levou para o pai. Quando o velho viu o monte de ossos ao invés de comida, perguntou que brincadeira sem graça era aquela.
Romãozinho, ruim como era, querendo se vingar da mãe, que tinha ficado em casa lavando roupa, disse:
- Foi isso que me deram... Acho que minha mãe comeu a galinha com um homem vai lá quando o senhor não tá em casa, aí mandaram os ossos...
Louco de raiva, acreditando no menino, largou a enxada e o serviço, voltou para casa, puxou a peixeira e matou a mulher.
Morrendo a velha amaldiçoou o filho que estava rindo:
- Não morrerás nunca. Não conhecerás céu ou inferno nem descansarás, enquanto existir um único ser vivo na face da terra.
O marido morreu de arrependimento. Romãozinho sumiu, rindo ainda.
Desde então, o moleque que nunca cresce, anda pelas estradas, fazendo o que não presta; quebra telhas a pedradas, assombra gente, tira choco das galinhas. É pequeno, pretinho como o Saci, vive rindo, e é ruim.
Não morrerá nunca enquanto existir um humano na terra, e como levantou falso testemunho contra a própria mãe, nem no inferno poderá entrar.
Fonte: sitededicas.uol.com.br
a quiatura
Era um menino filho de lavrador, e já nasceu vadio e malcriado. Adorava maltratar os animais e destruir plantas, sua maldade já era aparente.
Um dia, sua mãe mandou-o levar o almoço do pai que estava num roçado trabalhando. Ele foi, de má vontade é claro.
No meio do caminho, comeu a galinha inteira, juntou os ossos, e levou para o pai. Quando o velho viu o monte de ossos ao invés de comida, perguntou que brincadeira sem graça era aquela.
Romãozinho, ruim como era, querendo se vingar da mãe, que tinha ficado em casa lavando roupa, disse:
- Foi isso que me deram... Acho que minha mãe comeu a galinha com um homem vai lá quando o senhor não tá em casa, aí mandaram os ossos...
Louco de raiva, acreditando no menino, largou a enxada e o serviço, voltou para casa, puxou a peixeira e matou a mulher.
Morrendo a velha amaldiçoou o filho que estava rindo:
- Não morrerás nunca. Não conhecerás céu ou inferno nem descansarás, enquanto existir um único ser vivo na face da terra.
O marido morreu de arrependimento. Romãozinho sumiu, rindo ainda.
Desde então, o moleque que nunca cresce, anda pelas estradas, fazendo o que não presta; quebra telhas a pedradas, assombra gente, tira choco das galinhas. É pequeno, pretinho como o Saci, vive rindo, e é ruim.
Não morrerá nunca enquanto existir um humano na terra, e como levantou falso testemunho contra a própria mãe, nem no inferno poderá entrar.
Fonte: sitededicas.uol.com.br
uma história de arrepiar
Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa garota que, após um terrível acidente de carro, teve seu rosto completamente desfigurado. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência.
Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia.
No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nos banheiros sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um tompo (é o que os familiares dizem), quebrou a bacia e foi encontrada em estado de coma. A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto.
Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia?
O escritor Gail de Vos traz uma explicação: "As crianças com idade entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo seguro de extrair prazer e desafiar seus medos."
È possível que essas crenças em bruxas do espelho tenham a sua origem nos velhos tempos, através das simpatias envolvendo jovens solteiras e futuros maridos. Há muitas variações desses rituais em que as jovens solteiras cantavam rimas diante dos espelhos e olhavam de súbito pois seria possível ver o semblante do homem com quem vão casar.
Já o conceito de espelhos como o portal entre o mundo da realidade e o sobrenatural também veio de épocas remotas. Antigamente, era comum cobrir os espelhos de uma casa em que uma morte tenha acontecido até o corpo ser levado para o enterro. Dizem que se por relance o corpo passar diante de algum espelho, o morto permaneceria na casa, pois o espelho pegaria o espírito dele.
Filmes: Na produção de 1992 chamada Candyman, um espírito vingativo surge após seu nome ser chamado 5 vezes diante de um espelho. Já no filme Lenda Urbana, dois jovens brincam diante de um espelho e chamam pela Bloody Mary, mas ela não aparece.
o medo
Escrevemos as letras do alfabeto em papel branco, o sim, o não e o talvez, depois recortamos e dispusemos tudo em um círculo com um copo de vidro no meio. Rezamos um pai-nosso na esperança de atrair espíritos bons e cada uma colocou um dedo em cima do copo. Perguntamos se tinha alguém alí e depois de várias tentativas o copo começou a vibrar e - sozinho - ir em direção do sim. Uma das minhas primas se assustou e jogou o copo no muro, mas o copo não quebrou. Contamos a história para a minha tia, que ficou muito zangada por estarmos "mexendo com essas coisas" e disse que não deveríamos ter cortado a comunicação por que agora o espírito estava preso ali conosco. Voltamos para os fundos da casa, onde estava a mesa onde fizemos o jogo e rezamos pelo espírito e pedimos para o espírito ir para a luz. Depois continuamos com o nosso dia e esquecemos a respeito do jogo e do estranho comportamento do copo. À noite, depois do jantar, fomos jogar volei do lado da casa, era uma noite bem clara. Passavamos a bola uma para a outra quando um movimento próximo ao muro, a minha direita, chamou minha atenção. Para o meu pavor, lá flutuava uma mulher, toda vestida de branco, até sua pele e seus longos cabelos eram brancos. O mais pavoroso era que o corpo dela não se mexia, apesar de seu vestido flutuar como se estivesse ventando muito, mas a sua cabeça vinha para a frente se aproximando de nós, com a boca aberta e os olhos arregalados. Deixei a bola cair, minha prima me chamou de boca-aberta e foi buscar a bola, no que ela se virou ela viu a mulher e gritou, então minha irmã e minha outra prima olharam na direção do muro e também viram a mulher. Corremos para dentro e contamos para todos, que não acreditaram em nós. Algum tempo depois comentei a história com uma pessoa de crença espírita e esta me disse que poderia ter sido o espírito de alguém que morreu afogado naquela lagoa.
OBS:ESTA HISTÓRIA NÃO ACONTECEU CONOSCO!

